Itinerari

Biblioteca Alexandrina: o berço do saber


de Giuseppe Caffulli |  19 novembre 2011

Uma panoramica interna da nova Biblioteca Alexandrina, no Egito. (foto G. Caffulli) [1/2]

Entrada da biblioteca de Alexandria no Egito.

A Biblioteca Alexandrina um novo e moderno edifício com a maior sala de leitura do mundo. Freqüentada por filósofos, gramáticos e retóricos provenientes de todo o mundo, teve mais de 700 mil manuscritos. O patrimônio de livros guardados nas prateleiras devem superar os 800 mil volumes, muitos disponíveis on line.


A biblioteca de Alexandria, é um novo e moderno edifício com vista para o porto velho, em uma área que hoje hospeda universidade e institutos de pesquisa. Inaugurada em outubro de 2002, a moderna biblioteca surge na área que hospedou a maior e mais rica biblioteca do mundo antigo, destruída (provavelmente por um incêndio) entre 270 e 400 d.C. Naquela que muitos historiadores consideram uma das maiores tragédias da humanidade se perderam para sempre obras de autores e filósofos importantes.

Alexandria (segundo o historiador greco Lucio Flavio Arriano fundada pelo mesmo Alexandre Magno), foi por toda a antiguidade uma das cidades culturalmente mais ativas do Mediterrâneo. Havia na cidade uma numerosa comunidade hebraica (foi aqui que a Bíblia foi traduzida em grego na versão conhecida como dos “ Setenta”). Não menos importantes, cultural e economicamente, eram as comunidades Greco - macedônias e egípcias. A biblioteca antiga fundada pela dinastia Greco-egípcia dos Tolomei, foi construída em torno do III século a. C e se tornou bem cedo um dos faróis da cultura helenística do tempo em todo o Mediterrâneo. Se acredita que suas prateleiras, freqüentadas por filósofos, gramáticos e retóricos provenientes de todo o mundo conhecido, chegaram ter mais de 700 mil manuscritos.

O governo egpicio, em colaboração com a Unesco e graças a ajuda de diversos países, pode, a partir da metade dos anos Noventa, começar a reconstruir a biblioteca. Hoje o edifício, em forma de um cilindro talhado em diagonal, fecha dois museus, um centro para congressos, salas para exposições e a maior sala de leitura do mundo. O corpo monolítico do edifício principal atinge os trinta e dois metros de altura; é revestido de granito com ideogramas tirados dos alfabetos antigos e modernos de todas as línguas do mundo. A estrutura de aço que suporta a cobertura é composta de densa tela de alumínio que sustenta um especial vidro anti reflexo.

O patrimônio de livros guardados nas prateleiras devem superar os 800 mil volumes, muitos disponíveis on line. Segundo estimativas não oficiais, o edifício teria custado cerca de 250 milhões de dólares. A Itália forneceu um laboratório para a conservação e restauro dos textos, e dou 2.500 reproduções em micro filmes de antigos manuscritos islâmicos.

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