Itinerários

Mosteiros no deserto da Judéia


 Terrasanta.net |  16 de Dezembro de 2011

O mosteiro Cristão ortodoxo de São Jorge, no Wadi Qelt. (foto S. Lee)

Como viviam os monges nos mosteiros há 1500 anos. No mosteiro de São Jorge, no deserto da Judeia, se vive ainda hoje a plenitude espiritual que viviam os monges eremitas.


(Jerusalém/fmc) - A plenitude espiritual no vazio do deserto: assim viviam os monges eremitas que se estabeleceram no deserto da Judéia no V século d.C.

Passavam parte do tempo isolados, ao interno das numerosas grutas, e em parte haviam vida comunitária. Tinham uma vida de privações, imersa no silêncio e longe das tentações da cidade. Por volta de 400 floresceram muitos mosteiros na estrada que leva até a Jericó, 20 quilômetros de Jerusalém.

Hoje, depois de guerras e destruições, permanecem somente poucos. Como o mosteiro Cristão ortodoxo de São Jorge, inspirado por dois importantes personagens da Bíblia, como explica o guia turístico Uri Sharon, do Escritório de Assuntos Religiosos do Ministério do Turismo israelense: «Segundo a tradição cristã, o profeta Elias encontrou refúgio aqui no Wadi Qelt, neste vale. Depois de ter se refugiado de Jezebel, no deserto da Judéia e provavelmente se escondeu em uma gruta».

Elias foi um dos primeiros da história e sobreviveu a dureza do deserto, diz o texto bíblico, graças aos corvos que levavam água e comida.

São Jorge é hoje meta turística de grande beleza. Se chega percorrendo uma estrada pedregosa e tortuosa de onde se pode ver o mosteiro de longe, onde vivem dez monges.

Mais ao sul, não longe do rio Jordão, São Gerassimo é um outro exemplo de vida monástica do deserto: o mosteiro foi fundado no V século que aqui teve uma vida de privações junto com outros 70 monges. O deles é um estilo de vida de austeridade e oração.

Não existem mais monges no deserto da Judéia. Existem monges semi- eremitas que passam alguns dias nas grutas e depois voltam às comunidades.

Nos últimos dois séculos a vida eremítica no deserto da Judéia já quase não existe, mas as lendas da vida destes monges extraordinários continua encantando peregrinos e turistas de todo o mundo.

Oliveira Badawi, uma árvore com uma história milenar

Nas últimas décadas, Walajeh, pequena aldeia da Cisjordânia localizada ao sul de Jerusalém, na estrada que conduz a Belém, está passando por muitas mudanças devido à instabilidade geopolítica na região. Só esta oliveira parece ter preservado a sua existência inalterada por centenas, ou talvez milhares de anos.

A Gruta dos Sete Dormentes

Na Jordânia, um pouco a sueste de Amã, encontra-se Al Raqim. Na parede lateral deste outeiro suave situa-se uma antiga sepultura bizantina que se tornou um santuário islâmico. Este local celebra a fé incorruptível no único Deus e tem como referência uma antiga narrativa cristã, retomada em seguida pelo Alcorão. Trata-se da história dos Sete Dormentes. Vamos contá-la a vocês.

As árvores que fazem a história de Jerusalém

Símbolos de uma vida doada por Deus Criador, na Bíblia são citadas 22 espécies de árvores. Em Jerusalém, as árvores antigas são testemunhas da Escritura e algumas delas foram catalogadas pela associação israelense Keren Kayemeth LeIsrael - Fundo Nacional Hebraico. Pensemos nas oliveiras do Getsêmani. Mas há também outras árvores em lugares significativos da cidade.

Inauguração do Magdala Center

"Deus nos convida a sonhar grande. Assim nasceu o projeto de Magdala Center, como um sonho que Deus quís abençoar." Estas são as palavras do Padre Juan Maria Solana. Em 28 de maio, foi inaugurado o parque Arqueológico de Magdala com a dedicação do Centro de Espiritualidade "Duc in Altum". Um dia de grande alegria.

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