Atualidade

O Natal dos Correios Israelenses


de Danilo Bogoni |  20 de Dezembro de 2018

Uma galeria de selos automáticos de Natal israelense. À esquerda a emissão 2018, à direita a de 2014.

Uma galeria de selos automáticos israelenses emitidos para o Natal nos últimos anos.

Uma galeria de selos automáticos israelenses emitidos para o Natal nos últimos anos.

Uma galeria de selos automáticos israelenses emitidos para o Natal nos últimos anos.

Todos os anos, próximo às festividades natalinas, os serviços postais israelenses ativam a emissão de selos automáticos especiais nos distribuidores de autoatendimento. Este ano a Natividade está de volta.


Sem dúvida desperta surpresa, e certa admiração, receber de Israel um cartão de felicitações natalinas franzido com Maria e o menino Jesus na manjedoura, sobre o qual, além disso, um selo que descreve uma cena da Natividade. A pesquisa necessária mostrou que o selo usado para o transporte e entrega das mensagens de Natal não é aquele tradicional do estado. Mas o Estado o produz e através do serviço postal, o distribuí, seja para o uso filatélico ou para postagens normais, é o que garante, Flávio Rota, o principal especialista quando se trata de selos automáticos de todo o mundo e, que alguns anos atrás os reuniu em um catálogo especializado através distribuidores especiais. Estes selos especiais conservam, todavia, o elemento essencial, que é o nome do país emissor, deixando a ampla possibilidade aos serviços postais a cerca das ilustrações e aos usuários a escolha do valor real a ser carimbado, correspondente ao serviço solicitado.

A estreia dos selos do tipo faça-você-mesmo remonta a 1986, na Suíça; onde, dos distribuidores de cor vermelha, geralmente instalados fora dos correios, mas também nos locais agregados e de trânsito, era possível obter a qualquer momento o selo para a postagem da correspondência a ser enviada.

Foi em 1992 que o primeiro selo automático natalino israelense fez sua estréia. Com a imagem, como a de 1993, seguinte, bastante genérica: vela acesa, sino, uma decoração típica de Natal, no primeiro caso, e uma vista de Belém no segundo. Em 1994 apareceu um anjo, mas foi somente em 1995 que selos automáticos israelenses começaram a sair representando um presépio artístico: Maria, José e, ao centro, o Menino Jesus; ao fundo, discretamente a representação de animais.

Por um tempo, a Natividade foi posta de lado e as Boas Festas da Terra Santa - como evidenciado pela inscrição em todas as edições - deram lugar a um símbolo fortemente cristão: a reprodução dos pães e dos peixe do famoso mosaico da Basílica da multiplicação em Tabgha. Em 1997, foi a vez de uma visão da cidade de Jerusalém, enquanto no ano seguinte a ilustração representava pássaros de várias formas. Depois, houve uma interrupção e, somente em 2004 a iniciativa foi retomada com uma árvore de Natal. Em três casos, em 2005, em 2007 e em 2011 a imagem é a da Basílica da Anunciação de Nazaré. Após, anjos de várias formas, pacotes de presente, Paisagem do Natal com renas e Papai Noel; em 2014, a doce Natividade: a jovem Maria acolhendo amorosamente nos braços o Menino Jesus e em 2016 o presépio; finalmente, as casas com renas de 2017. Este ano, como dissemos, a Natividade voltou.

Embora limitada a peregrinos e colecionadores, a iniciativa, certamente ditada por razões de mercado, é louvável. O mesmo deve ser dito para os selos personalizados produzidos com as imagens de Bento XVI e Francisco, por ocasião das visitas a Terra Santa, neste caso específico, dos Pontífices e dos Lugares Santos.

(tradução: Daniel Gonçalves de Oliveira)

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